sábado, 22 de novembro de 2014

Nunca mais Paquetá?
Nunca mais Paris, Toscana e Alemanha?
Nunca mais 1º de Julho?
Nunca mais o melhor doce de banana?
Nunca mais os seus e a minha? Os nossos? 
Nunca mais nossa família?
Nunca mais Alva e Criolo?

Do impossível, apenas a morte. Terá a morte nos visitado, sorrateira, e levado nossos sonhos e esperanças?

Será mesmo que o melhor para nós é isso? A morte de tudo?




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