sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E então, deste jeito meio torto, desta forma meio quebrada, vou desabafando através das palavras que escrevo aqui.
A necessidade de ser "ouvida" é tão forte que me corta o peito, dilacerando qualquer instinto de sobrevivência que por ventura eu possa ter.
A postura atual é de negação.
Não quero mais.
Não voltarei atrás na decisão tomada.
A flecha quando atirada, não há como voltar. Ela encontra o alvo e isso é fato.
Não atirasse então. A mira é boa e a presa é fácil.
Não tinha como errar...e não errou.
Acertou a presa, ela caiu e não consegue mais se levantar.
Ela espera que a dor se acabe, que haja misericórdia para sua dor. Ela sabe que essa dor ainda há de durar muito tempo e que talvez nunca passe. Mas ela não tem opção...ela tem que esperar.

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